Do fim do mundo às águas do Caribe, o Tabu é o mesmo!

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O Tabu é o mesmo

Há quase um ano viajando, cruzamos por seis países sulamericanos. De Ushuaia , na Argentina, até as águas cálidas e celestes do Caribe colombiano, em suas diferentes maneiras, comprovamos que a guerra e o tabu das drogas é o mesmo!

A verdade vem à tona nas situações rotineiras, às claras ou escuras, e, às vezes, com aquela agressividade criminal que atinge qualquer moral de um civil, local ou viajante.

Descemos por toda a Argentina, e por todo o país nos ofereceram as “flores”, que, na famosa patagônia, já eram raras e com o preço mais elevado. Seguindo para o Chile o processo é mais norte americanizado, tipo como São Paulo mesmo, as “biqueiras” e pontos de venda.

Fomos para a Bolívia. Ahhh, a Bolívia! País incrível de cultura mais linda, ainda. O costume de mascar a folha da coca é um ritual milenar do seu povo. Ajuda a vencer as dificuldades da grande altitude e tem infinitas funções medicinais entre os xamãs mais antigos da região. Mas, “ninguém sabe” para que fim são os milhares de hectares da plantação do centro para o leste, as quais recebem subsídios do governo, porém não estão aptas para o costume de mascar, já que são ácidas, azedas e colhidas muito jovens.

Cruzando o Peru as experiências culturais e as histórias do nosso continente ficam mais densas e intensas. Ali estão as pegadas de grandes civilizações da humanidade, inclusive as quais usam muitas plantas de poder para o seu desenvolvimento espiritual e de consciência. Enfim, por ali seguem os mesmos passos dos seus ancestrais e as abordagens nas praças e ruas de várias cidades te dizem: “amigo, queres caramelos, chiclete, marijuana, cocaine?!”

Chegamos à metade do mundo! Entramos no Equador e por lá fizemos nossa temporada de verão, juntar umas moedas para conseguir seguir viagem. Fora aquela coisa de praia, de cidade costeira que todos conhecem, um pouco antes de sair do país, nós fomos roubados dentro de um ônibus. Tudo bem, as coisas acontecem porque tinham que acontecer. E, afinal, temos certeza de que “as coisas que roubaram vão virar muitos pratos de comida na mesa de muitas famílias”.

Nem que seja de forma indireta!

Agora, na Colômbia, está tudo bem, afinal, armados até os dentes e com tantos controles policiais por todos os lados quem não vai se sentir seguro, né?!

Por vendedores, pessoas, crianças, governo e polícia…durante toda a viagem estava aí, fazendo parte da nossa e de uma realidade coletiva, não importa se de forma agressiva ou discreta, mas presente.

Em um futuro próximo, estaremos chegando ao Brasil, nossa pátria amada! A verdade é que não vemos a hora, mesmo. Um abraço na rapazeada e na família está fazendo muita falta!

Mas, estamos curiosos…ano de copa, ano do Brasa. Quem é que será que vai ser campeão nessa história toda, hein?!

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