Espírito Viajante

Compartilhe e Comente
espirito viajante  101220121707 640x1944 Espírito Viajante

Espírito Mochileiro

O mochileiro é um aventureiro de sua existência. É uma busca constante de experiências peculiares, é conhecer novas pessoas, lugares, culturas e vivenciar fatos que terão forte influência em sua história de vida.

Viajar, para o mochileiro, é a magia de seu passo a passo, de todos os momentos.

Sua motivação é explorar, aprender e desfrutar.

 

 

DEPOIMENTOS DE VIAJANTES

espirito viajante  broster 4pies 1 Espírito Viajante

Juan Manuel Benito (26), argentino, tatuador e um grande amigo

El espíritu viajero es aquel que no sabe conformarse , es el que busca sin saber, el que encuentra sin preguntar.

Aquel que le de libertad a ese espíritu y lo deje ser, va a estar muy cerca de conocer su propia verdad y para eso es que estamos en este mundo, para saber quiénes somos…

Gracias a un espíritu que nos guía, que nos enseña junto al destino que todo es perfecto, que no necesitamos más que lo que somos…

Quien deje fluir ese espíritu tendrá el regalo más lindo de la vida, que a mi entender, es la libertad de ser quienes queremos día a día, la mejor escuela de vida, la mejor herencia en esta tierra.

El espíritu viajero es un estandarte en estos tiempos, reflejo de revolución, de creer en uno mismo y ser parte de esta vida de una manera distinta, con fe, con amor y respeto! Buenaventura!

espirito viajante  viajante Espírito Viajante

Transeunte que cruzamos pela estrada da vida

Qual é a explicação? O que mora na cabeça das pessoas que tem medo de viajar mundo afora.

Sair de casa e não voltar mais, “quedarse enfermo”, sentir frio, sentir calor, ficar longe das pessoas queridas, não acompanhar de perto a trajetória de vida do seu irmão (ã)… É isso?

Viajar concede a sensação de enxergarmos hospitalidade de um ser humano para outro, ajuda de boa vontade em momentos difíceis, ensina a ter cuidado com o dinheiro (não dá em árvore), conversar aos quatro cantos despreocupadamente, humanizar sua relação com todo o ambiente ao redor e cortar o cordão umbilical mais uma vez.

Viajar expande nossos horizontes a ponto de liquidar nosso senso permanente de egocentrismo. O fluxo de ocorrência das coisas passa a ser o inverso do sentido comum de uma realidade cotidiana. Mantemos a percepção como que tudo está sob o nosso controle, como se as coisas acontecessem de dentro pra fora, mas nesse momento a vida acontece de fora pra dentro. Viajar traz a real insignificância importante de cada um para o universo, grande e majestoso, e nesse momento as coisas de fato passam a ser percebidas de dentro pra fora.

O ponto de vista muda e então entramos em uma fase de percepção diferente, mais saudável, e com capacidade maior de contemplação da parte boa das probabilidades em que embarcamos dentre infinitas delas. Amyr Klink, aventureiro nato, definiu bem esta fase:

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

Cada pequeno gesto de um habitante de outro lugar, não daquele em que vivemos, é uma onda de cultura. Tira nosso cérebro do cotidiano e o insere em uma experiência, no mínimo, curiosa. Boas vibrações a todos os viajantes, aspirantes ou amantes deste estilo de vida!

P.S: Descobrir cada esquina e cada ser vivo de seu bairro já é uma viagem, nem mais e nem menos valiosa do que qualquer outra.

 

espirito viajante  Camila 2 arrumado Espírito Viajante

Camila Martinez Lima, 25 anos, brasileira

“Uma vez li um texto de um diretor de cinema (Wim Wenders) que dizia algo assim: “a diferença entre o viajante e o turista, é que o primeiro respeita o sentido de lugar quando sai de casa e o segundo viaja sem sair de casa.”
Acho que isso define muito o que eu entendo por espírito mochileiro. Ser mochileiro é sair de casa com a mente aberta para conhecer, entender e explorar o novo, o desconhecido, o estranho. Aprender com o diferente de cada lugar, de cada cultura, de cada povo. Mas para isso é preciso sair de casa de verdade, sair para ser viajante e não turista.
Existem milhares de formas de se respeitar o sentido de lugar, mas acho que uma das formas mais simples (e mais difíceis também) é respeitando o tempo de cada região. Não espere que as coisas aconteçam no seu tempo, entenda o tempo das pessoas, o tempo do lugar e viva isso. É incrível aprender a viver em diferentes tempos, em diferentes ritmos e sintonias.
Enfim, pra mim, ser mochileiro é entender o sentido de ser mais viajante e menos turista.”

espirito viajante  Lyndon 4pies Espírito Viajante

Lyndon Pastor, australiano, 23 anos

It is the ultimate form of self discovery, one which harbours a number of lessons, some expected yet many unforeseen. It can begin as an attempt to escape, a yearning to see the world, an opportunity to learn about other cultures, a rite of passage or an ego building facade. Regardless of your motives, you are bound to uncover more than you could ever have imagined. You start your trip off running, but by the end… you’re flying.

It’s all about getting off the beaten track, pushing your limits, expanding your horizons. It’s an invitation to think, an opportunity to question your beliefs, a chance to view the world from a different perspective. You become liberated, the burdens of society are lifted and the materialism over which so many obsess is of little importance. You find friends, often in the most unlikely of places, only to realise that they are more than just friends, they are your brothers, your sisters.

Backpacking isn’t about who has visited the most landmarks or how many countries one has traveled. Nor is it about who spent the least money or how long one has been away. The spirit of backpacking is to connect, to share, to understand. It’s to let your soul guide you as you live, as you appreciate every moment that comes to pass, no matter how insignificant it may seem.


Gostou?! Receba nossos passos